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Espetáculo “COLÔNIA” discute pelo teatro as lógicas manicomiais e o holocausto brasileiro

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Espetáculo “COLÔNIA” discute pelo teatro as lógicas manicomiais e o holocausto brasileiro

COLÔNIA

Local: Inbox Cultural
Rua Teodoro Sampaio, n 2355 – Sobreloja- Pinheiros – São Paulo/SP
Temporada: Estreia dia 05/8 a 27/08. Sextas e sábados às 21h
E-mail: mp.haddad@hotmail.com – alines.meira@gmail.com

 

RELEASE DO ESPETÁCULO

A partir de relatos e documentos sobre o Hospital Psiquiátrico de Barbacena, mais conhecido como “Colônia”, e de tantos outros manicômios do Brasil, o espetáculo homônimo discorre sobre a opressão vivida por milhares, dentro e fora do cárcere. Na maioria dos casos, sem diagnóstico de doença ou deficiência mental, pessoas eram levadas pelos chamados “trens de doido” até o hospital. Pessoas indesejadas pela sociedade que partiam para uma viagem, muitas vezes, sem volta. Estamos tão distantes desta realidade? Ou o “Colônia” ainda existe aqui e agora, sem os muros?

DRAMA / 70 MIN / R$40-R$20 / 16 ANOS
Dramaturgia de Bruno Felix, Thaíza Gazelli e Thiago Leão. Direção Daniel Falcão. Assistente de Direção Carlos Valle. A partir de relatos e documentos sobre o Hospital Psiquiátrico de Barbacena, mais conhecido como “Colônia”, e de tantos outros manicômios do Brasil, o espetáculo homônimo discorre sobre a opressão vivida por milhares, dentro e fora do cárcere. 70 min. Inbox Cultural – Teodoro Sampaio, n 2355 – Sobreloja- Pinheiros, metrô Faria Lima. R$ 40 – R$ 20 até 27/08. Classificação 16 anos

 

Ficha Técnica
Dramaturgia: Bruno Felix, Thaísa Gazelli e Thiago Leão Direção: Daniel Falcão e Higor Lemo Assistente de Direção: Carlos Valle Preparação de elenco: Marjorie Serrano Cenografia: Nina Simão e Denise Fujimoto Iluminação e Operação de Luz: Dri Rodrigues Figurino e Maquiagem: Fernanda Correia e Taisa Lira Trilha Sonora: Eberhard Stehling Operação de Áudio: Daniel Falcão Fotografia: Carlos Valle Arte: Taisa Lira Produção: Breno Borges, Mariana Haddad e coletivo Elenco: Ana Bornia, Bruno Felix, Carol Zanola, Eberhard Stehling, Higor Lemo, Ingrid Arruda, Jhonatan Hoz, Laiza Fernanda, Lara Lah, Mariana Haddad, Marina Vitti, Milton Aguiar, Rafael Tesoto, Taisa Lira, Tania Brigantini e Thiago Leão.

Observações

– Chegue cedo! A partir das 20h, o espaço estará com bar em funcionamento e pequena “mostra” temática. – Ingressos para os dias 05, 06, 12 e 13 de agosto, serão vendidos exclusivamente pelo elenco ou através do email “ciasapataria@gmail.com” (verificar disponibilidade). Nas demais datas de apresentação, estarão disponíveis também na bilheteria do teatro, que abre nos dias de espetáculo, às 20h (sujeito à lotação).

+ informações:facebook.com/ciasapataria ou no link do evento https://www.facebook.com/events/1614458718866869/

Nota de apoio da FEASP ao Movimento Pra cuidar da Profissão

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Nota de apoio da FEASP ao Movimento Pra cuidar da Profissão

A Frente Estadual Antimanicomial de São Paulo – FEASP vem à público desta nota declarar seu apoio ao Movimento Pra Cuidar da Profissão em suas candidaturas para o Sistema Conselhos de Psicologia. Em seu percurso histórico o movimento fez representações nas diversas lutas sociais, com postura ética e em consonância com um projeto de sociedade democrático que dialoga com os interesses da população e da sua categoria.

Em especial na luta antimanicomial, onde muitos atores fizeram a resistência em seus diversos campos, o Cuidar atuou na defesa intransigente dos direitos da pessoa humana e do cuidado em liberdade, em parceria na formação de ideias e nas construções coletivas. A luta antimanicomial, em sua radicalidade, empenha-se na transformação social de forma que seja possível sustentar as diferenças sem que as estruturas manicomiais, físicas ou mentais, destruam nossa liberdade e nossa diversidade.  Desta forma e através da direção que o primeiro documento escrito aponta em maio de 1996,  “Cuidar da Profissão significa exatamente o engajamento radical na luta pela expansão dos serviços públicos e na defesa dos direitos de cidadania”. A FEASP legitima sua campanha e reconhece o movimento comprometido com os ideais da luta antimanicomial e suas atuais frentes de batalha.

 Por uma sociedade sem manicômios!

 Por uma democracia antimanicomial!

 #VoteChapa23noCFP

#VoteChapa12noCRPSP

Frente Estadual Antimanicomial – FEASP

08 de Março é Dia de #OcupeAlesp – Mobilize-se!!

Por uma Frente Parlamentar Antimanicomial!!!

Não a Higienização!! Não a Internação Compulsória e Não ao Financiamento Público das Comunidades Terapêuticas! Por uma Política de Alcool e outras Drogas Pública e Não Segregativa!!!

A Frente Estadual Antimanicomial do Estado de São Paulo convida a todos os movimentos sociais, sindicais, organizações, entidades, fóruns, redes, ativistas e militantes para construir conosco o #OcupeAlesp dia 08 de Março das 15h – 19h na Assembléia Legislativa de SP.

O projeto higienista, manicomial e repressor de Kassab e Alckmin tem avançado. As recentes ações no Pinheirinho, na Luz e na Comunidade do Moinho não deixam dúvidas, o objetivo é causar DOR e SOFRIMENTO aos mais pobres para favorecer e garantir os interesses da Especulação Imobiliária.

Seja um Multiplicador do #OcupeAlesp!!!! Divulgue, Compartilhe em suas listas de emails e em suas Redes Sociais!!!

08 de Março - Mobilize-se!

ESSA TERÇA – Debate ao Vivo: Saúde Mental, Higienismo e a Intervenção na Cracolândia

a Frente Estadual Antimanicomial participou do Ato Primavera da Saúde – Em Defesa do SUS – Brasília

Blog promove twittcam com Leonardo Pinho e Moacyr miniussi nesta terça feira,  às 20 horas. Participe!

Esta terça feira, 17/01, o blog promove um importante debate com os militantes Leonardo Pinho, da Frente Estadual Antimanicomial de SP e da Rede Estadual de Saúde Mental e Economia Solidária de SP e Moacyr Miniussi Bertolino Neto da Câmara Técnica de Saúde Mental do Conselho Estadual de Saúde de São Paulo.

Os militantes, que vêm acompanhando de perto a situação da Cracolândia,  debaterão a intervenção que vem sendo realizada na região pelos governos municipal e estadual e os desafios e perspectivas atuais das políticas públicas de Saúde Mental.

Como participar?

O debate começa às 20horas e todos podem participar. O vídeo será divulgado na página principal do blog. É possível também acessar o vídeo e o bate-papo (usando perfil no twitter ou facebook) através do link: http://www.livestream.com/saudecomdilma

Para fazer perguntas é possível:

– enviar email para saudecomdilma@gmail.com;

– Perguntar diretamente no chat do livestream, usando perfil no twitter ou facebook  (http://www.livestream.com/saudecomdilma).

Carta de Brasília – 14. Conferência Nacional de Saúde

Na Carta de Brasília afirma que as políticas de saúde mental e de alcool e outras drogas devem seguir os princípios da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial. Grande conquista!!!!

Confira a íntegra da Carta de Brasília:

Nestes cinco dias da etapa nacional da 14ª Conferência Nacional de Saúde reunimos 2.937 delegados e 491 convidados, representantes de 4.375 Conferências Municipais e 27 Conferências Estaduais.
Somos aqueles que defendem o Sistema Único de Saúde como patrimônio do povo brasileiro.
Punhos cerrados e palmas! Cenhos franzidos e sorrisos.
Nossos mais fortes sentimentos se expressam em defesa do Sistema Único de Saúde.
Defendemos intransigentemente um SUS Universal, integral, equânime, descentralizado e estruturado no controle social.
Os compromissos dessa Conferência foram traçados para garantir a qualidade de vida de todos e todas.
A Saúde é constitucionalmente assegurada ao povo brasileiro como direito de todos e dever do Estado. A Saúde integra as políticas de Seguridade Social, conforme estabelecido na Constituição Brasileira, e necessita ser fortalecida como política de proteção social no País.
Os princípios e as diretrizes do SUS – de descentralização, atenção integral e participação da comunidade – continuam a mobilizar cada ação de usuários, trabalhadores, gestores e prestadores do SUS.
Construímos o SUS tendo como orientação a universalidade, a integralidade, a igualdade e a equidade no acesso às ações e aos serviços de saúde.
O SUS, como previsto na Constituição e na legislação vigente é um modelo de reforma democrática do Estado brasileiro. É necessário transformarmos o SUS previsto na Constituição em um SUS real.
São os princípios da solidariedade e do respeito aos direitos humanos fundamentais que garantirão esse percurso que já é nosso curso nos últimos 30 anos em que atores sociais militantes do SUS, como os usuários, os trabalhadores, os gestores e os prestadores, exercem papel fundamental na construção do SUS.
A ordenação das ações políticas e econômicas deve garantir os direitos sociais, a universalização das políticas sociais e o respeito às diversidades etnicorracial, geracional, de gênero e regional. Defendemos, assim, o desenvolvimento sustentável e um projeto de Nação baseado na soberania, no crescimento sustentado da economia e no fortalecimento da base produtiva e tecnológica para diminuir a dependência externa.
A valorização do trabalho, a redistribuição da renda e a consolidação da democracia caminham em consonância com este projeto de desenvolvimento, garantindo os direitos constitucionais à alimentação adequada, ao emprego, à moradia, à educação, ao acesso à terra, ao saneamento, ao esporte e lazer, à cultura, à segurança pública, à segurança alimentar e nutricional integradas às políticas de saúde.
Queremos implantar e ampliar as Políticas de Promoção da Equidade para reduzir as condições desiguais a que são submetidas as mulheres, crianças, idosos, a população negra e a população indígena, as comunidades quilombolas, as populações do campo e da floresta, ribeirinha, a população LGBT, a população cigana, as pessoas em situação de rua, as pessoas com deficiência e patologias e necessidades alimentares especiais.
As políticas de promoção da saúde devem ser organizadas com base no território com participação inter-setorial articulando a vigilância em saúde com a Atenção Básica e devem ser financiadas de forma tripartite pelas três esferas de governo para que sejam superadas as iniqüidades e as especificidades regionais do País.
Defendemos que a Atenção Básica seja ordenadora da rede de saúde, caracterizando-se pela resolutividade e pelo acesso e acolhimento com qualidade em tempo adequado e com civilidade.
A importância da efetivação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher, a garantia dos direitos sexuais e dos direitos reprodutivos, além da garantia de atenção à mulher em situação de violência, contribuirão para a redução da mortalidade materna e neonatal, o combate ao câncer de colo uterino e de mama e uma vida com dignidade e saúde em todas as fases de vida.
A implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra deve estar voltada para o entendimento de que o racismo é um dos determinantes das condições de saúde.
Que as Políticas de Atenção Integral à Saúde das Populações do Campo e da Floresta e da População LGBT, recentemente pactuadas e formalizadas, se tornem instrumentos que contribuam para a garantia do direito, da promoção da igualdade e da qualidade de vida dessas populações, superando todas as formas de discriminação e exclusão da cidadania, e transformando o campo e a cidade em lugar de produção da saúde.
Para garantir o acesso às ações e serviços de saúde, com qualidade e respeito às populações indígenas, defendemos o fortalecimento do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena.
A Vigilância em Saúde do Trabalhador deve se viabilizar por meio da integração entre a Rede Nacional de Saúde do Trabalhador e as Vigilâncias em Saúde Estaduais e Municipais.
Buscamos o desenvolvimento de um indicador universal de acidentes de trabalho que se incorpore aos sistemas de informação do SUS. Defendemos o fortalecimento da Política Nacional de Saúde Mental e Álcool e outras drogas, alinhados aos preceitos da Reforma Psiquiátrica antimanicomial brasileira e coerente com as deliberações da IV Conferência Nacional de Saúde Mental.
Em relação ao financiamento do SUS é preciso aprovar a regulamentação da Emenda Constitucional 29. A União deve destinar 10% da sua receita corrente bruta para a saúde, sem incidência da Desvinculação de Recursos da União (DRU), que permita ao Governo Federal a redistribuição de 20% de suas receitas para outras despesas.
Defendemos a eliminação de todas as formas de subsídios públicos à comercialização de planos e seguros privados de saúde e de insumos, bem como o aprimoramento de mecanismos, normas e/ou portarias para o ressarcimento imediato ao SUS por serviços a usuários da saúde suplementar.
Além disso, é necessário manter a redução da taxa de juros, criar novas fontes de recursos, aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para a saúde, tributar as grandes riquezas, fortunas e latifúndios, tributar o tabaco e as bebidas alcoólicas, taxar a movimentação interbancária, instituir um percentual dos royalties do petróleo e da mineração para a saúde e garantir um percentual do lucro das empresas automobilísticas.
Defendemos a gestão 100% SUS, sem privatização: sistema único e comando único, sem “dupla-porta”, contra a terceirização da gestão e com controle social amplo. A gestão deve ser pública e a regulação de suas ações e serviços deve ser 100% estatal, para qualquer prestador de serviços ou parceiros.
Precisamos contribuir para a construção do marco legal para as relações do Estado com o terceiro setor. Defendemos a profissionalização das direções, assegurando autonomia administrativa aos hospitais vinculados ao SUS, contratualizando metas para as equipes e unidades de saúde. Defendemos a exclusão dos gastos com a folha de pessoal da Saúde e da Educação do limite estabelecido para as Prefeituras, Estados, Distrito Federal e União pela Lei de Responsabilidade Fiscal e lutamos pela aprovação da Lei de Responsabilidade Sanitária.
Para fortalecer a Política de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde é estratégico promover a valorização dos trabalhadores e trabalhadoras em saúde, investir na educação permanente e formação profissional de acordo com as necessidades de saúde da população, garantir salários dignos e carreira definida de acordo com as diretrizes da Mesa Nacional de Negociação Permanente do SUS, assim como realizar concurso ou seleção pública com vínculos que respeitem a legislação trabalhista. e assegurem condições adequadas de trabalho, implantando a Política de Promoção da Saúde do Trabalhador do SUS.
Visando fortalecer a política de democratização das relações de trabalho e fixação de profissionais, defendemos a implantação das Mesas Municipais e Estaduais de Negociação do SUS, assim como os protocolos da Mesa Nacional de Negociação Permanente em especial o de Diretrizes Nacionais da Carreira Multiprofissional da Saúde e o da Política de Desprecarização. O Plano de Cargos, Carreiras e Salários no âmbito municipal/regional deve ter como base as necessidades loco-regionais, com contrapartida dos Estados e da União.
Defendemos a adoção da carga horária máxima de 30 horas semanais para a enfermagem e para todas as categorias profissionais que compõem o SUS, sem redução de salário, visando cuidados mais seguros e de qualidade aos usuários.
Apoiamos ainda a regulamentação do piso salarial dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Agentes de Controle de Endemias (ACE), Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e Agentes Indígenas de Saneamento (AISAN) com financiamento tripartite.
Para ampliar a atuação dos profissionais de saúde no SUS, em especial na Atenção Básica, buscamos a valorização das Residências Médicas e Multiprofissionais, assim como implementar o Serviço Civil para os profissionais da área da saúde. A revisão e reestruturação curricular das profissões da área da saúde devem estar articuladas com a regulação, a fiscalização da qualidade e a criação de novos cursos, de acordo com as necessidades sociais da população e do SUS no território.
O esforço de garantir e ampliar a participação da sociedade brasileira, sobretudo dos segmentos mais excluídos, foi determinante para dar maior legitimidade à 14ª Conferência Nacional de Saúde. Este esforço deve ser estendido de forma permanente, pois ainda há desigualdades de acesso e de participação de importantes segmentos populacionais no SUS.
Há ainda a incompreensão entre alguns gestores para com a participação da comunidade garantida na Constituição Cidadã e o papel deliberativo dos conselhos traduzidos na Lei nº 8.142/90. Superar esse impasse é uma tarefa, mais do que um desafio.
A garantia do direito à saúde é, aqui, reafirmada com o compromisso pela implantação de todas as deliberações da 14ª Conferência Nacional de Saúde que orientará nossas ações nos próximos quatro anos reconhecendo a legitimidade daqueles que compõe os conselhos de saúde, fortalecendo o caráter deliberativo dos conselhos já conquistado em lei e que precisa ser assumido com precisão e compromisso na prática em todas as esferas de governo, pelos gestores e prestadores, pelos trabalhadores e pelos usuários.
Somos cidadãs e cidadãos que não deixam para o dia seguinte o que é necessário fazer no dia de hoje. Somos fortes, somos SUS.

Lançamento e Adesões a Frente Estadual Antimanicomial – SP

A Frente Estadual Antimanicomial – SP foi lançada oficialmente no II Encontro de Saúde Mental da Associação Paulista de Saúde Pública, em São Bernardo do Campo, dia 23 de outubro de 2011. A Frente surge para enfrentar os retrocessos no SUS e na Reforma Psiquiátrica Antimanicomial no Estado de São Paulo e reafirmar as práticas, experiências e os princípios antimanicomiais.

Durante o encontro a Frente divulgou sua Carta que obteve adesão de importantes e diversificados grupos sociais: movimentos sociais de habitação, cultura, comunicação comunitária, população em situação de rua, esporte, economia solidária, entidades da sociedade civil, gestores públicos, sindicatos, pastorais, grupos religiosos, redes, acadêmicos, grupos de pesquisa, conselhos profissionais, conselhos de saúde, fóruns, trabalhadores, usuários e familiares do SUS, dentre outros.

Evidenciando a representatividade e o apoio social da Luta Antimanicomial e de todos e todas que batalham pelo avanço da Reforma Sanitária e da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial buscando uma Sociedade Sem Segregação, a Humanização da Assistência e o Fortalecimento do SUS, esse que é referência de sistema de saúde para a Organização Mundial de Saúde.

Carta da Frente Estadual Antimanicomial (clique aqui) – Divulgue a Carta em seu Local de Trabalho, Estudo e sedes das entidades, movimentos e organizações. IMPRIMA

Adesões a Carta:
Conselho Estadual de Saúde; Conselho Regional de Psicologia – SP; Conselho Regional de Serviço Social CRESS SP; Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo; Rede Internúcleos da Luta Antimanicomial (RENILA); Associação Vida em Ação; Rede de Saúde Mental e Economia Solidária; Conselho Municipal de Saúde de São Bernardo do Campo; Serviço Ecumênico de Militância nas Prisões; Pastoral de Rua da Arquidiocese de São Paulo; Associação Brasileira de Saúde Mental – ABRASME; LASAMEC/Faculdade de Saúde Pública/USP; União Nacional por Moradia Popular; Associação Franco Rotelli de Santos/SP; Associação Cornélia Vlieg – Campinas; Bar Saci; Associação Fazendo Diferente – Associação de Usuários e Familiares de Mauá; Associação Maluco Beleza de São Vicente SP; Fórum da Luta Antimanicomial de Sorocaba – FLAMAS; Associação Loucos Pela Vida-Mogi das Cruzes; Associação Cultural Artística e Ambiental Guardiões do Curuperé; Associação de Volta Para Casa; Associação Jose Martins de Araújo Jr; Caps II Reviver-Capivari-SP; Associação Arte e Convívio; CEREST Rio Claro-SP; Fórum Saúde Mental de Araras e Região; Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Paulista; GEAD/UFPE; Associação de Volta Para Casa- MNLA; Cooperativa Sem Fronteiras; Associação Metamorfose Ambulante de usuários e familiares do sistema de saúde mental do estado da Bahia; Fórum Araras de saúde mental; Dasdoida; Revista lowcultura; Fórum Popular de Saúde Mental do ABCDMRR; Movimento Nacional da Luta Antimanicomial (MNLA); CAPS de Santa Rita do Sapucaí-MG; Rede de Saúde Mental de Embu das Artes; Fórum Paulista da Luta Antimanicomial; CEDECA Sapopemba; Centro de Atenção Psicossocial São Carlos; Jornal VOZES da saúde mental; CEDECA Interlagos; CECCO MOOCA; Forum Permanente de Discussão LGBT; Núcleo de Estudos, Pesquisas e Extensão em Saúde Mental e Atenção Psicossocial – NEPS-UERJ; Centro de Atenção Psicossocial – CAPS da UERJ; Conselho Municipal de Saúde de Joinville; APROPUC-SP; Papel PINEL/RJ; Marcha da Maconha; Fórum de Saúde –RJ; CAPS CABO FRIO; Núcleo Não Violência da UNIP de Sorocaba; Programa municipal de Saúde mental de Armação dos Búzios; Projetos Terapêuticos; AFIC-Associação Familiar de Integração e Cidadania; Grupo de Pesquisa Subjetividade e Movimentos Sociais-Universidade Potiguar; CAISM Philippe Pinel; Amigo no Ninho – Rede de Apoio e Suporte a Saúde Mental no Piauí; ; FASAM – Familiares e Amigos da Saúde Mental; GRUPO DE EGRESSOS DO HOSPITAL DR. JOÃO MACHADO, NATAL-RN

Adesões Individuais:
Kátia Liane Rodrigues – Fórum GeraRenda – Campinas; Leonardo Pinho – Secretário Parlamentar da Câmara Federal dos Deputados; Sergio Roberto Rodrigues – Secretário Adjunto de Finanças de Osasco; Aurélia Maria Rios Piterskih – Dir. Estudos e Projetos da Associação Franco Rotelli de Santos/SP; Prof. Giba – Cursinho da POLI; Gino Sergio Dantas Xavier; Marilia Capponi – Vice Presidente da Associação Vida em Ação e CRP-SP; Rodolfo Azevedo – Trabalhador Saúde Mental; Fernando de Almeida Silveira – PROF. UNIFESP; Iana Profeta Ribeiro; Sandra Fagundes – Fórum Gaúcho de Saúde Mental; Carla Cafaro da Silva – Projero Tranversãoes – UFRJ; Patricia Ziani Benites – serviço de Atenção integral à Saúde Mental Coletiva – Igrejinha/RS; Stellamaris Pinheiro de Souza Nascimento – Secretaria de Saúde Várzea Paulista São Paulo; Rebeca Litvin – Fórum Gaúcho de Saúde Mental; Maria Orlene Daré – Conselho Municipal de Direitos Humanos – Bauru; Edviges Alves – CAPS; Sérgio Pinho dos Santos – Vice-presidente da AMEA – Associação Metamorfose Ambulante de usuários e familiares do sistema de saúde mental do estado da Bahia; Talitha Silva De Conti Roncolato – fórum Araras de Saúde Mental; Marcia Maria Coutinho de Oliveira – Prefeitura Municipal de Pouso Alegre, MG – UNIVAS (Universidade do Vale do Sapucaí) e UNIFENAS (Campus Varginha); Sandra Maria Siraque – Centro de Atenção Psicossical Infantil-Mauá-SP; Francilene Nunes Rainone – Caps Cais mental – Porto Alegre-RS; Hemily Biasetto Menin; MARIA HELENA MACHADO – Comissão 30h – Coletivo de Psicólogos da Fundação CASA; Paulo de Tarso Celebrone – caps ermelino matarazzo; Maria Helena Machado – Fórum de Debates Pro Organização Política e Sindical dos Trabalhadores em Atividades Psicosociais; Maria Aparecida Moraes Burali /Universidade Estadual de Maringá/PR/Departamento de Psicologia; Daniele Fraga Dalmaso – Pedagoga Residente em Saúde Mental Coletiva; Ana Torres de Lara – Maua – SP; Eliane Lavall – Coletivo Gaúcho de Residentes; Maria Regina Tonin- Fórum Popular de Saúde Mental do ABCDMRR e MNLA; Leonides Gregorio da Silva – Movimento populares de saúde de São Paulo – Fórum dos Conselhos de Saúde da Baixada Santista – Conselho Estadual de Saúde – Usuário; Elizabete Henna – Movimento Nacional de Luta Antimanicomial; Vera Marina -Secretária Executiva do CMS de SBCampo; Danilo Ramos Silva – CEDECA “Mônica Paião Trevisan”; Gilmar Galdino da Silva – Uniararas; Bárbara Ferreira Leite- NASF –RS; Leonardo abib – fórum nacional de residentes em saúde; Flavia Blikstein; Fabiana Mesquita (arte-educadora e jornalista); Rafael Marmo – PMSP; Rachel Gouveia – Secretaria Executiva Nacional Colegiada De São Paulo / MNLA; Elaine Fagundes Schoeffel-estudante de psicologia; Aparecida Bueno Fernandes- Universidade Cruzeiro do Sul; Valéria Araújo da Silva, Coordenadora de Saúde Mental da Secretaria de Saúde de Jandira; Gisele Dantas da Costa- Psicologia Mackenzie; Edvaldo da Silva Nabuco – Associação Brasileira de Saúde Mental (ABRASME); Fabrício Gobetti Leonardi – UNIFESP – Baixada Santista; Moacyr Miniussi Bertolino Neto – Discente da Faculdade de Saúde Pública da USP; Lucas Marques – psicólogo do CASPIEDADE MSE-MA Freguesia do Ó; Maria Pia Appendino Santoro Ribeiro – Rede saúde mental; Arlindo da Silva Lourenço – Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo; Verônica Maria Rodrigues – CAPS II Pirituba; Deborah Sereno – PUCSP/Institituto Sedes; Renata Rodrigues Pazos; Gustavo Daud Amadera, Médico Psiquiatra; Amaral Amario Arruda; Meiry Rose Machado Alves-Centro de Saúde; Maíra Lima de Medeiros – Participante do Vamos Falar de Saúde Mental e técnica do Serviço de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto; Maria Sandra P. de Paula – Saúde Mental Jandira/SP; Marcelo Melinsky de Morais – jornal VOZES da saúde mental; Betty Boguchwal – CEREST SP; Imyra Bardelotti (Balaio-Sedes); IRMGARD SCHAFFER; Francisco R. M. Sampaio; Mareli Pfützenreuter – Núcleo de luta antimanicomial Nise da Silveira Joinville-SC; Oswaldo martins de carvalho; Aline Yamamoto – Grupo Interinstitucional; Osvaldo Gradella Júnior – Docente do Departamento de Psicologia – UNESP/Bauru; Isabela Araújo Silva; Erich M. Franco, IBECS – Comunidade Ética; Patrícia Farina – NASF; Ivani Spina Micheloni; Sandra aquino; Anastácia; Ana Lúcia Urbanski – Caps III de Joinville; Soraya Danniza Barbosa Miter Simon; Mário Grego – Setorial LGBTT de São Paulo; Gledson Perrone Cordeiro – Setorial LGBTT PSOL/SP; Andrea Cardoso – UFF; Ieda Rodrigues Tavoloni – Fundação Hermínio Ometto; Maria Beatriz Costa Abramides – APROPUC-SP; Laura de Barros Sandron- Atenção à saúde primária; Rosangela de Souza – Coord.de Saúde Mental de Saquarema – psicóloga; Bianca Lepsch Vivarelli – Núcleo Infanto Juvenil do IMAS Philippe Pinel – RJ; Geraldo Peixoto – Câmara Técnica de Saúde Mental do Estado de São Paulo e da Associação dos usuários e familiares Maluco Beleza de São Vicente/SP; Sebastião Oliveira Neto (Projeto Tear/Associação Vida em Ação/Fórum de Saúde Mental de Guarulhos); Sarah Nader Alves; Raonna Martins- Rede de saúde mental e CEDECA Interlagos; Carolina Chaccur Abou Jamra; Tatiana Fernandes – Associação Fazendo Diferente – MNLA; Bruna Tiengo Andreto; Mauricio Silva Lima -CAPS  AD SANTANA; Glaucia Galvão Trabalhadora de Saúde Mental; Mara Faget SMSDC/RJ; Katia Monteiro – IMPP;  NEUZA MARIA PAIVA  – ASSISTENTE SOCIAL ; José Roberto Torres de Miranda – Usuário do HSPE; José Ribamar Barros  Patricio; Aparecida Santa Clara Berlitz; Carolina Castro de Carvalho / CAPSi Penha; João Paulo Sales Macedo UFPI/ABRASME-RN; Roseli dos Santos – CRAS II – Jacone – RJ; Vanda Aparecida Ferreira-Assistente Social do Hospital Geral de Vila Penteado-SP, da Prefeitura de São Paulo/SMADS/Cas Centro Oeste e Familiar curadora de pessoa com situação de Transtorno Mental; Fernanda Mendes Lages Ribeiro – Centro Latino Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli; Dora Martins dos Santos-Conselho Municipal de Saude de Botucatu; Maria do Socorro Reis Cabral – Núcleo de Qualidade de Vida e Saúde do Curso de Serviço Social da PUC/SP; Eduardo Mourão Vasconcelos – Projeto Transversões, Escola de Serviço Social da UFRJ; João André Rodrigues, psicólogo CAPS III, Criciúma/SC; Carina Lordelo Dietrich – Sest Senat; Ana Claudia Leite Dantas Ferreira; Geralda Silva dos Santos – ABRASME RN; Larri Padilha Viega; Ramon Alfenas Panadés – CERSAM BH; Cleusa Ogera Cayres -Serviço de Saúde Dr Candido Ferreira; Denise Cardoso Cardellini – Sedes Sapientiae; Rose Belle Lemos Dubois – ISM Brasília; Marisa Garcia Amaral- estudante de psicologia; Aristeu Bertelli da Silva – ACAT-Brasil (MNDH)

Adesões a Carta da Frente Estadual Antimanicomial – SP

A Carta da Frente Estadual Antimanicomial – SP que será lançada oficialmente no II Encontro de Saúde Mental da Associação Paulista de Saúde Pública, em São Bernardo do Campo, dia 23 de outubro de 2011, teve importantes adesões, mostrando a representatividade e o apoio social dos movimentos, organizações, entidades e militantes da Luta Antimanicomial, do Sistema Único de Saúde e dos Direitos Humanos, que apostam num Tratamento Sem Segregação.

Se você não fez a sua adesão ou de sua entidade, movimento, organização, conselho. Faça Agora!!! Clique Aqui!!

Carta da Frente Estadual Antimanicomial (clique aqui) – Divulgue a Carta em seu Local de Trabalho, Estudo e sedes das entidades, movimentos e organizações. IMPRIMA

Adesões a Carta:

Conselho Estadual de Saúde; Conselho Regional de Psicologia – SP; Sindicato dos Psicólogos do Estado de São Paulo; Rede Internúcleos da Luta Antimanicomial (RENILA); Associação Vida em Ação; Rede de Saúde Mental e Economia Solidária; Conselho municipal de Saúde de São Bernardo do Campo; Serviço Ecumênico de Militância nas Prisões; Pastoral de Rua da Arquidiocese de São Paulo; Associação Brasileira de Saúde Mental – ABRASME; LASAMEC/Faculdade de Saude publica/USP; União Nacional por Moradia Popular; Associação Franco Rotelli de Santos/SP; Associação Cornélia Vlieg – Campinas; Bar Saci; Associação Fazendo Diferente – Associação de Usuários e Familiares de Mauá; Associação Maluco Beleza de São Vicente SP; Fórum da Luta Antimanicomial de Sorocaba – FLAMAS; Associação Loucos Pela Vida-Mogi das Cruzes; Associação Cultural Artística e Ambiental Guardiões do Curuperé; Associação de Volta Para Casa; Associação Jose Martins de Araújo Jr; Caps II Reviver-Capivari-SP; Associação Arte e Convívio; CEREST Rio Claro-SP; Fórum Saúde Mental de Araras e Região; Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Paulista; GEAD/UFPE; Associação de Volta Para Casa- MNLA; Cooperativa Sem Fronteiras; Associação Metamorfose Ambulante de usuários e familiares do sistema de saúde mental do estado da Bahia; Fórum Araras de saúde mental; Dasdoida; Revista lowcultura; Fórum Popular de Saúde Mental do ABCDMRR; Movimento Nacional da Luta Antimanicomial (MNLA); CAPS de Santa Rita do Sapucaí-MG; Rede de Saúde Mental de Embu das Artes; Fórum Paulista da Luta Antimanicomial; CEDECA Sapopemba; Centro de Atenção Psicossocial São Carlos; Jornal VOZES da saúde mental; CEDECA Interlagos; CECCO MOOCA; Forum Permanente de Discussão LGBT; Núcleo de Estudos, Pesquisas e Extensão em Saúde Mental e Atenção Psicossocial – NEPS-UERJ; Centro de Atenção Psicossocial – CAPS da UERJ; Conselho Municipal de Saúde de Joinville; APROPUC-SP;

Adesões Individuais:

Kátia Liane Rodrigues – Fórum GeraRenda – Campinas; Leonardo Pinho – Secretário Parlamentar da Câmara Federal dos Deputados; Aurélia Maria Rios Piterskih – Dir. Estudos e Projetos da Associação Franco Rotelli de Santos/SP; Gino Sergio Dantas Xavier; Marilia Capponi – Vice Presidente da Associação Vida em Ação e CRP-SP; Rodolfo Azevedo – Trabalhador Saúde Mental; Fernando de Almeida Silveira – PROF. UNIFESP; Iana Profeta Ribeiro; Sandra Fagundes – Fórum Gaúcho de Saúde Mental; Carla Cafaro da Silva – Projero Tranversãoes – UFRJ; Patricia Ziani Benites – serviço de Atenção integral à Saúde Mental Coletiva – Igrejinha/RS; Stellamaris Pinheiro de Souza Nascimento – Secretaria de Saúde Várzea Paulista São Paulo; Rebeca Litvin – Fórum Gaúcho de Saúde Mental; Maria Orlene Daré – Conselho Municipal de Direitos Humanos – Bauru; Edviges Alves – CAPS; Sérgio Pinho dos Santos – Vice-presidente da AMEA – Associação Metamorfose Ambulante de usuários e familiares do sistema de saúde mental do estado da Bahia; Talitha Silva De Conti Roncolato – fórum Araras de Saúde Mental; Marcia Maria Coutinho de Oliveira – Prefeitura Municipal de Pouso Alegre, MG – UNIVAS (Universidade do Vale do Sapucaí) e UNIFENAS (Campus Varginha); Sandra Maria Siraque – Centro de Atenção Psicossical Infantil-Mauá-SP; Francilene Nunes Rainone – Caps Cais mental – Porto Alegre-RS; Hemily Biasetto Menin; MARIA HELENA MACHADO – Comissão 30h – Coletivo de Psicólogos da Fundação CASA; Paulo de Tarso Celebrone – caps ermelino matarazzo; Maria Helena Machado – Fórum de Debates Pro Organização Política e Sindical dos Trabalhadores em Atividades Psicosociais; Maria Aparecida Moraes Burali /Universidade Estadual de Maringá/PR/Departamento de Psicologia; Daniele Fraga Dalmaso – Pedagoga Residente em Saúde Mental Coletiva; Ana Torres de Lara – Maua – SP; Eliane Lavall – Coletivo Gaúcho de Residentes; Maria Regina Tonin- Fórum Popular de Saúde Mental do ABCDMRR e MNLA; Leonides Gregorio da Silva – Movimento populares de saúde de São Paulo – Fórum dos Conselhos de Saúde da Baixada Santista – Conselho Estadual de Saúde – Usuário; Elizabete Henna – Movimento Nacional de Luta Antimanicomial; Vera Marina -Secretária Executiva do CMS de SBCampo; Danilo Ramos Silva – CEDECA “Mônica Paião Trevisan”; Gilmar Galdino da Silva – Uniararas; Bárbara Ferreira Leite- NASF –RS; Leonardo abib – fórum nacional de residentes em saúde; Flavia Blikstein; Fabiana Mesquita (arte-educadora e jornalista); Rafael Marmo – PMSP; Rachel Gouveia – Secretaria Executiva Nacional Colegiada De São Paulo / MNLA; Elaine Fagundes Schoeffel-estudante de psicologia; Aparecida Bueno Fernandes- Universidade Cruzeiro do Sul; Valéria Araújo da Silva, Coordenadora de Saúde Mental da Secretaria de Saúde de Jandira; Gisele Dantas da Costa- Psicologia Mackenzie; Edvaldo da Silva Nabuco – Associação Brasileira de Saúde Mental (ABRASME); Fabrício Gobetti Leonardi – UNIFESP – Baixada Santista; Moacyr Miniussi Bertolino Neto – Discente da Faculdade de Saúde Pública da USP; Lucas Marques – psicólogo do CASPIEDADE MSE-MA Freguesia do Ó; Maria Pia Appendino Santoro Ribeiro – Rede saúde mental; Arlindo da Silva Lourenço – Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo; Verônica Maria Rodrigues – CAPS II Pirituba; Deborah Sereno – PUCSP/Institituto Sedes; Renata Rodrigues Pazos; Gustavo Daud Amadera, Médico Psiquiatra; Amaral Amario Arruda; Meiry Rose Machado Alves-Centro de Saúde; Maíra Lima de Medeiros – Participante do Vamos Falar de Saúde Mental e técnica do Serviço de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto; Maria Sandra P. de Paula – Saúde Mental Jandira/SP; Marcelo Melinsky de Morais – jornal VOZES da saúde mental; Betty Boguchwal – CEREST SP; Imyra Bardelotti (Balaio-Sedes); IRMGARD SCHAFFER; Francisco R. M. Sampaio; Mareli Pfützenreuter – Núcleo de luta antimanicomial Nise da Silveira Joinville-SC; Oswaldo martins de carvalho; Aline Yamamoto – Grupo Interinstitucional; Osvaldo Gradella Júnior – Docente do Departamento de Psicologia – UNESP/Bauru; Isabela Araújo Silva; Erich M. Franco, IBECS – Comunidade Ética; Patrícia Farina – NASF; Ivani Spina Micheloni; Sandra aquino; Anastácia; Ana Lúcia Urbanski – Caps III de Joinville; Soraya Danniza Barbosa Miter Simon; Mário Grego – Setorial LGBTT de São Paulo; Gledson Perrone Cordeiro – Setorial LGBTT PSOL/SP; Andrea Cardoso – UFF; Ieda Rodrigues Tavoloni – Fundação Hermínio Ometto; Maria Beatriz Costa Abramides – APROPUC-SP; Laura de Barros Sandron- Atenção à saúde primária; Rosangela de Souza – Coord.de Saúde Mental de Saquarema – psicóloga;