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Arquivo da categoria: Reuniões, eventos, manifestos etc.

A ordem, as lagartixas e o plebiscito

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A ordem, as lagartixas e o plebiscito

13ª Copa da Inclusão – 2014

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13ª Copa da Inclusão - 2014

Evento: A RAPS pactuada e a RAPS que queremos: A construção de um espaço dialógico sobre a Rede Paulistana de Atenção Psicossocial”

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Na cidade de São Paulo um expressivo contingente de trabalhadores vem se reunindo para discutir a implementação da RAPS. Este trabalho gerou um seminário com a área técnica de saúde mental, que será sábado próximo no Sedes.

O horário, que não saiu no convite em anexo é das 9h às 17h.

Evento: Contra o Genocídio da População Negra: Subsídios Técnicos e Teóricos para Psicologia

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Evento: Contra o Genocídio da População Negra: Subsídios Técnicos e Teóricos para Psicologia

Data: 31 de maio de 2014 (sábado) 

Horário: 9h às 18h 

Local: Auditório do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo – CRP 06 

Endereço: Rua Arruda Alvim, 89, Jd. América, São Paulo, SP 

Importante: Sua reserva será garantida até as 9h

Entrada gratuita

Nos últimos anos houve um aumento significativo da violência contra a população negra no Brasil. Segundo pesquisa realizada pelo IPEA e pelo dossiê realizado pelo Comitê Contra o Genocídio da Juventude Preta, Pobre e Periférica da cidade de São Paulo, os dados que relacionam mortes por assassinato à faixa etária e raça são alarmantes:

– Há uma projeção de que 32 mil adolescentes serão mortos violentamente entre 2007 e o final de 2013. A possibilidade de um adolescente negro ser vítima de violência é 3,7 vezes maior em comparação com os brancos;
– Em 2011, o número de mortes por autos de resistência apenas no Rio e em São Paulo foi 42,16% maior do que todas as execuções promovidas por 20 países em que há pena de morte!
– Em São Paulo, só em 2012, 546 pessoas foram mortas em decorrência de confronto com a Polícia Militar;
– A cada três assassinatos no País, dois vitimam negros;
– A possibilidade de o negro ser vítima de homicídio no Brasil é maior inclusive em grupos com escolaridade e características socioeconômicas semelhantes.
– A chance de um adolescente negro ser assassinado é 3,7 vezes maior em comparação com os brancos.
– Assassinatos atingem negros numa proporção 135% maior do que os não-negros;

Diante dessa conjuntura, várias entidades, grupos e setores organizados em torno da luta antirracista vêm se organizando nos últimos anos para denunciar, discutir e propor estratégias de enfrentamento à essa situação.

Somando-se a esses esforços, o CRP SP convida para o debate Contra o genocídio da população negra: subsídios teóricos e técnicos para a psicologia, no intuito de refletir como os psicólogos que atuam nas mais diversas áreas e instituições que lidam direta ou indiretamente com esse problema podem ampliar seus referenciais de atuação no enfrentamento dessa questão. Participaram ativistas do movimento negro, psicólogos e estudiosos da temática.

O evento terá transmissão online, via CRP WEB TV. Acesse: http://www.crpsp.org.br/aovivo

Programação:

8h30 às 09h Credenciamento e Café de Boas-vindas

9h às 9h15 Mesa de Abertura

Coordenação

Jonathas Salathiel da Silva – Conselheiro do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo – CRP 06. Psicólogo com especialização em teoria psicanalítica. Aprimoramento na Clínica com o Bebê. Aprimoramento pelo PAVAS/USP em Violência Sexual. Atendimento Clínico com bebês, gestantes e adultos em geral. Acompanhante Terapêutico. Psicólogo de um CAPS – AD.
09h30 às 11h30 Mesa I: Análise sobre o genocídio da população negra e debate sobre a desmilitarização da polícia.

Mediação:
Marcio Farias – Possui graduação em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atualmente é mestrando em Psicologia Social na PUC SP. Pesquisador do NEGRI PUC SP (Núcleo de Estudos de Gênero, Raça e Idade) e Bolsista CNPq. Atua como Educador no Museu Afro Brasil. Tem experiência em estudos sobre pensamento social brasileiro e relações raciais; Marxismo, negritude e lutas de classes no Brasil; Juventude Cultura e Resistência; Psicologia, Educação, Arte e Cultura.

Debatedores:
Hamilton Borges dos Santos – Graduando em Direito, escritor e ator. É militante do movimento social negro, tendo iniciado sua militância nos anos 80 no Estado da Bahia. É responsável pela criação do Teatro Negro e Atitude, em Belo Horizonte/Minas Gerais, onde foi coordenador municipal do Movimento Negro Unificado organização nacional – e promoveu inúmeras ações permanentes de combate ao racismo e discussões sobre masculinidades. Articulador e coordenador da Campanha Reaja ou será morto, reaja ou será morta, contra o racismo, sexismo e todas as formas de discriminações correlatas e coordenador/articulador da Quilombo Xis – Ação Cultural Comunitária.

Alessandro de Oliveira dos Santos – Professor do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, atuando nas linhas de pesquisa: Processos Psicossociais Básicos – Relações Indivíduo-Grupo; e Psicologia Social, Saúde Coletiva e Política. Tem experiência nos temas: relações étnico-raciais e interculturais; desigualdades; direitos humanos; religiosidade; conflitos socioambientais; turismo e planejamento em saúde comunitária no Vale do Ribeira e Amazônia.

Dennis de Oliveira – Possui graduação em Comunicação Social. Habilitação em Jornalismo pela Universidade de São Paulo, mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo e doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professor em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa na Universidade de São Paulo. É coordenador do Centro de Estudos Latino Americanos de Cultura e Comunicação, vice-líder do Alterjor (Grupo de Pesquisa de Jornalismo Alternativo e Popular) e membro do Núcleo de Estudos Interdisciplinares do Negro Brasileiro), todos da Universidade de São Paulo. É professor do Programa de Pós Graduação em Mudança Social e Participação Política da EACH/USP e do Programa de Pós Graduação em Direitos Humanos da Faculdade de Direito da USP.

13h às 15h Mesa II: Genocídio da Juventude Negra, pobre e periférica: questões objetivas e subjetivas em debate.

Mediação:
Lidiane A. de Araujo e Silva – Psicóloga (Universidade Presbiteriana Mackenzie), Especialista em Saúde da Família (Faculdade Santa Marcelina). Na saúde pública do município de São Paulo, trabalhou no CAPS AD da Freguesia/Brasilândia e atualmente está na Atenção Primária no NASF.

Debatedores:
Catarina Pedroso – Psicanalista, membro do Margens Clínicas – grupo que atende vítimas de violência policial – e trabalha na Pastoral Carcerária com egressos do sistema prisional.

Rafael Alves Lima – Psicanalista. Graduado em Psicologia pelo IPUSP, Mestre em Psicologia Clínica pelo IPUSP. Professor do Depto. de Psicologia do Instituto de Educação, Letras, Artes, Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (IELACHS-UFTM). Membro do grupo Margens Clínicas, que oferece atendimento psicanalítico a vítimas de violência policial. Membro da Rede Clínica do Laboratório Jacques Lacan (IPUSP) e do Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise (LATESFIP-USP).

Joselicio Junior – mais conhecido como Juninho, é Jornalista e pós-graduado em Mídia, Informação e Cultura pelo CELACC/ECA-USP. É membro da coordenação Nacional do Círculo Palmarino, corrente do movimento negro, e presidente do Instituto de Estudos Afro-Brasileiro Manuel Querino. Tem uma atuação no campo cultural estando a frente do Ponto de Cultura “Circulo Palmarino de Periferia para Periferia valorizando a cultura afro-brasileira” que desenvolve atividades como Sarau Palmarino e o acervo Carolina Maria de Jesus.

15h às 18h Mesa III: Enfrentamento e resistência: cultura, identidade e negritude.

Mediação:
Bruno Simões – Conselheiro do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo – CRP 06. Psicólogo. Coordenador do Núcleo Questões da Terra/Etnia/Raça do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo – CRP 06.

Debatedores:
Veridiana S. Machado – Graduada em Psicologia pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública. Especialista em Psicoterapia Junguiana. Mestranda em Psicologia na Universidade de São Paulo – FFCLRP/USP. Pesquisadora do Laboratório de Etnopsicologia. Integrante do Grupo de Trabalho Psicologia e Relações Raciais – CRP/BA. Colaboradora do Grupo de Trabalho Psicologia e Relações Raciais – CRP/SP. Colaboradora do Grupo de Trabalho Psicologia e Povos Indígenas CRP/ SP. Dedica-se aos estudos das relações étnico – raciais, cultura e religiosidade.

Elizabete Figueroa – Psicóloga, mestre e doutoranda em Psicologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Desde a graduação dedica-se ao estudo das relações etnico-raciais pelo prisma da Psicologia Social.

Bob Controversista – Presidente da Associação Cultural e Educacional Movimento Hip Hop Revolucionário. Coordenador da Casa da Cultura Hip Hop de Guarulhos e do Alto Tietê. Coordenador do Ponto de Cultura com P de Protagonismo. Membro do Conselho Gestor do Programa Juventude Viva.

Lilian Sankofa – mulher, preta, mãe, trabalhadora, militante do Coletivo de Esquerda Força Ativa, integrante do grupo de rap Sankofa, professora do Estado, atriz, poeta, tendo o hip hop como forma de resistência e enfrentamento às opressões de classe.

Debate

19h Encerramento

Informações e inscrições:
Departamento de Eventos do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo – CRP 06
Tel.: 11 – 3061.9494, ramais 334, 336, 337, 355, 356 e 357.
E-mail: eventos02@crpsp.org.br
Site: http://www.crpsp.org.br/genocidio/

Estacionamento: Car Park
Rua Cardeal Arcoverde, 201, Jardim América, São Paulo, SP
Para obter o desconto, retire o selo na recepção do CRP SP.

Roda de conversa: Violação de direitos e Saúde Mental

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A Associação Paulista de Saúde Pública (APSP) convida a participarem de uma roda de conversa para tratar sobre a relação da Violação de Diretos e a política de Saúde Mental objetivando, a partir desta conversa, constituir um Grupo de Trabalho para discutir e atuar nesta temática no Estado de São Paulo.

Essa discussão é importante face ao crescente desrespeito e violência de Estado perpetrados contra as pessoas em situação de rua, as pessoas que fazem uso de substâncias psicoativas, a juventude negra, pobre e periférica, movimentos na luta por moradia, entre outros grupos historicamente excluídos e oprimidos. Política social intensificada durante a ditadura civil-militar brasileira que continua até hoje.

Entendemos a necessária articulação entre Universidade, Movimentos Sociais, trabalhadores da Saúde e Assistência Social, usuários do SUS, entre outros protagonistas para avançar no debate e ações sobre essa política.

A roda de conversa será no dia 10 de junho de 2014, às 18h, na sede da Associação Paulista de Saúde Pública (APSP), que fica na Rua Cardeal Arcoverde, 1749 – cj 78 – Bloco B – Pinheiros/ São Paulo.

 

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X Encontro Nacional do Movimento Nacional da Luta Antimanicomial e XI Encontro Nacional de Usuários e Familiares do Movimento Nacional da Luta Antimanicomial

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X Encontro Nacional do Movimento Nacional da Luta Antimanicomial e XI Encontro Nacional de Usuários e Familiares do Movimento Nacional da Luta Antimanicomial

Reunião RAPS Conselho Municipal de Saúde de São Paulo

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A tod@s militantes da Saúde Mental e Antimanicomial.

 

Dia 06/06/2014 às 10h, na sede do Conselho Municipal de Saúde, na rua General Jardim, 36, 4ºandar, Praça da Republica.

Esta marcada uma reunião com a Atenção Basica, Assessoria de Gestão Prticipativa, Coordenadores Regionais, Área Tecnica de Saúde Mental da SMS e a Regilação.

Onde iremos discutir o RAPS do Municipio de São Paulo.

 

Conto com a presença de tod@s,

Atenciosamente,

Mauricio Silva Lima.

Conselheiro Municipal de Saúde e 

Coordenador da Comissão de Saúde Mental