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Vídeo Câmara de Vereadores/SP sobre as Internações Compulsórias

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Sobre antimanicomialsp

A Frente Estadual Antimanicomial de São Paulo surgiu do processo de organização da IV Conferencia de Saúde Mental - Intersetorial etapa São Paulo. Onde diversas organização, movimentos, entidades e militantes se uniram e realizaram a Plenária Estadual de Saúde Mental (diante da não convocação por parte do Governo do Estado de São Paulo). A idéia da Frente surgiu dessa experiência de organização da IV Conferência e também diante da conjuntura de rearticulação do setor manicomial e de ataque as conquistas do Sistema Único de Saúde, que exige atividades unificadas entre os mais diversos movimentos e organizações antimanicomiais. Visando aglutinar forças para defender a Reforma Psiquiátrica Antimanicomial e o SUS.

Uma resposta »

  1. Concordo que tenha que ter uma rede de tratamento para os usuários de drogas, mesmo porque sem essa rede não temos como internar compulsóriamente nenhum usuário de droga.
    Temos muito casos que solicitam tratamento e que não temos como atender.
    Acredito que os CAPs Álcool e Drogas – 24 horas são necessários, mas não dão conta do problema, pois os usuários na sua maioria romperam com os vínculos familiares e se encontram em total vulnerabilidade social, sem condições de voltar para casa ou ter um local para ficar, precisamos também de outro tipo de recurso, tipo clínicas de tratamento para drogas, até para que o mesmo estabeleça o vínculo familiar e possa se reestruturar econômicamente e socialmente.
    Temos que pensar também que a maioria dos usuários de drogas, principalmente o crack se encontram sem condições mínimas de discernimento e de opinirarem sobre o tratamento ou não e sem falar nas crianças.
    Nesses casos defendo que se abrigue e encaminhe para um tratamento compulsório, pois não podemos enquanto sociedade, assistir de maneira passiva a degradação da pessoa humana ou deixar crianças nas ruas sem um mínimo de proteção e sofrendo todo o tipo de violência.
    Acho que se deve avaliar as condicões desse usuário para poder decidir ou não sobre o seu tratamento. A abordagem nunca deve ser unilateral, precisa haver bom senso e sempre uma tentativa de convencimento.
    Grata,
    Luciene Marques Lupatelli
    Assistente Social

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